Investimento em inovação precisa estar enraizado na política de desenvolvimento industrial, dizem especialistas


A inovação tecnológica é um caminho que ainda não foi explorado devidamente no Brasil, disse à Agência Brasil o presidente da Fundação de Ciência e Tecnologia (Cientec), Luiz  Antonio Antoniazzi.

Para ele, trata-se de uma questão “até cultural. É uma cultura que já deveria ter sido desenvolvida há algumas décadas”. Foi o que ocorreu na Coreia do Sul, por exemplo, onde “a questão da inovação passou a impregnar toda a sociedade, com forte investimento em educação”. O presidente da Cientec destacou que, hoje, o crescimento da Coreia é sustentado pela inovação tecnológica.

“O Brasil despertou para isso tardiamente”, opinou Antoniazzi, para quem as chances de reverter esse quadro estão na incorporação da inovação nas políticas públicas em geral. “A inovação há de ser o grande farol na implementação da política industrial do país e em cada um dos estados”.
Share:

Células estaminais de melanoma identificadas em novo estudo


As células estaminais cancerosas são definidas por três capacidades: a diferenciação, a auto-renovação e a sua capacidade para propagar um tumor. Essas células estaminais resistem à quimioterapia e muitos investigadores postulam o seu papel na recaída. Um estudo no Centro de Câncer da Universidade do Colorado recentemente publicado na revista Stem Cells, mostra que células de melanoma com essas habilidades são marcadas pela enzima ALDH e imagina novas terapias para atingir células com ALDH, potencialmente as criadoras de câncer mais perigosos .

"Nós vimos ALDH como um marcador de células estaminais em outros tipos de câncer, mas não no melanoma, e até agora a sua função tem sido amplamente desconhecida", diz o autor sénior do estudo, Mayumi Fujita, MD, PhD, Investigador do Centro de Câncer e professor associado do Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina da UC.
Share:

Cientistas constroem nanorrobô com moleculas de DNA


A nanotecnologia (algumas vezes chamada de Nanotech) é o estudo de manipulação da matéria numa escala atômica e molecular, compreendendo entre 1 a 100 nanômetros (escala atômica) e incluí o desenvolvimento de materiais ou componentes associados a diversas áreas (medicina, eletrônica, ciência da computação, física, química, biologia e engenharia de materiais) (Wikipédia, 2012).

O novo sistema funciona como um “nanocargueiro” que é capaz de transportar carga até células individuais e influenciar o comportamento delas.

O nanocargueiro pode levar doses diferentes de moléculas a células específicas, tal capacidade poderá ser utilizada para melhorar os sistemas atuais de transporte de medicamentos.

Para montar o protótipo os cientistas empregaram a técnica conhecida como Origami de DNA – que
Share:

Técnica do polimorfismo por RFLP

Dentre as diversas técnicas da Biologia Molecular, o polimorfismo por RFLP (Restriction Fragment Length Polymorphism), rusticamente traduzido como ‘Polimorfismo no Comprimento do Fragmento de Restrição, é uma técnica bastante utilizada para o estudo do genoma, pois indivíduos diferentes possuem sequências de nucleotídeos diferentes ao longo da fita de DNA.

Nesta técnica utilizam-se enzimas de restrição que cortam o DNA em pontos específicos, gerando fragmentos de diferentes tamanhos que são separados e visualizados em forma de bandas.

A separação é feita por eletroforese, na qual os fragmentos de DNA são colocados em um gel de agarose e expostos a cargas elétricas, positivas de um lado e negativas do outro, onde eles migram de acordo com seu tamanho. Assim, fragmentos menores migram mais rápido que os maiores. Eles também migram de acordo com sua carga elétrica, o DNA, por possuir carga negativa em pH neutro, migra em direção ao ânodo.

A visualização pode ser feita com brometo de etídio, coloração por prata, material radiativo ou Southern blot.
Share:

A espera por resultados sobre o algodão transgênico brasileiro


Os produtores terão que esperar, ao menos, seis meses para confirmar as apostas no aumento de produtividade e qualidade do algodão com o uso da nova variedade transgênica, aprovada pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio). Depois de um ano em análise, a tecnologia comercialmente denominada de Bollgard II Roundup Ready Flex promete tanto resistência às pragas, como a lagarta rosada, quanto a tolerância ao glifosato, o que permite aplicação em várias fases do cultivo do algodão.
Essa é a 12ª variedade transgênica aprovada pelo órgão técnico para a produção algodoeira no país. O presidente do Instituto Matogrossense do Algodão (IMA), Álvaro Salles, acredita que a nova tecnologia será uma solução mais barata e menos restrita do que as usadas anteriormente. Segundo Salles, atualmente, poucos produtores de algodão aplicam produtos como a soja Roundup Ready (RR) que tem o uso restrito à fase inicial do cultivo. Já em
Share:

Recordes olímpicos desafiam a ciência


Vídeo produzido pela rede Record de televisão
Share:

Câncer de cólon ligado a E.Coli


Cientistas da Universidade de Liverpool dizem ter identificado um tipo de bactéria E. coli, que pode incentivar o desenvolvimento de câncer de cólon.
Esta equipe de Liverpool demonstrou anteriormente que pessoas com câncer do cólon e com doenças inflamatórias do intestino, doença de Crohn e colite ulcerosa, têm um elevado número de um tipo viscoso de E. coli no seu cólon.

A equipe diz agora que a bactéria E. coli, a qual transporta os genes de PKS que codificam uma toxina que danifica o DNA nas células do revestimento do intestino, são mais comuns no cólon de pacientes que têm a doença inflamatória do intestino e câncer de cólon do que aqueles que não têm estas condições. Aproximadamente dois terços dos pacientes com câncer de cólon possuem estas E. coli, comparando com um em cada cinco dos pacientes com um cólon saudável.
Share:

Brasil desenvolve plantas transgênicas resistentes à seca


A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), busca desenvolver variedades geneticamente modificadas de cana-de-açúcar, soja, milho, arroz e trigo com o objetivo de reduzir os riscos em decorrência das mudanças climáticas. A pesquisa promete reduzir os custos na lavoura e contribuir na preservação do meio ambiente.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Eduardo Romano, os resultados até o momento são promissores. "Isolamos um gene relacionado à resistência ao estresse hídrico e o introduzimos em plantas modelo. Estas se tornaram altamente tolerantes à seca. As plantas não modificadas sobreviveram apenas 15 dias sem água enquanto que as plantas que receberam o gene sobreviveram mais de 40 dias. Agora estamos introduzindo este gene nas culturas comerciais. Esse é um processo que será
Share:

Controlando neurônios com a luz


Cientistas querem controlar neurônios com luz, estudos feitos em macacos poderá futuramente ser realidade medica para as doenças em seres humanos.

Controlar o comportamento de um macaco com uma luz azul. Esse feito pode parecer esdrúxulo para quem não entende o seu significado.

A alteração comportamental de macacos com feixes de luz já se trata de um grande avanço. Os primatas analisados não deram um pulo orquestrado pela luz azul dos cientistas, porém, de forma mais sutil, apresentaram a reação esperada. Dois macacos haviam sido treinados para olhar em direção a uma tela quando recebessem determinado estímulo. Após a aceleração de seu circuito neuronal por meio do feixe de luz, eles realizaram a tarefa com maior agilidade. Antes, a optogenética havia tido resultados comportamentais apenas com animais menores, como camundongos.
Share:

Nanopartículas e a nova opção para fármacos


A Universidade da Flórida Central, descobriu nanoparticulas de uma forma um pouco inesperada.
O estudante Soroush Shabahang conseguiu-as através do calor e pode estar abrindo uma nova teoria para a produção de fármacos.

Foi “sem querer” que Shabahang fez a descoberta, tentando criar fibras de vidro com calibre mais fino, ao aquecer a fibra ela se quebrou formando as minúsculas esferas.

A técnica baseia-se em calor para quebrar as fibras de fundição em gotas esféricas. Imagine água escorrendo de uma torneira. Fibras de vidro ou fibras óticas são mais conhecidas como os cabos cilíndricos que transmitem informações digitais através de longas distâncias. Os cientistas vêm procurando maneiras de melhorar a pureza das fibras de vidro para permitir uma mais rápida, e ininterrupta transmissão das ondas de luz.
Share:

Circuitos neuronais em laboratório

O sistema nervoso detecta estímulos externos e internos, tanto físicos quanto químicos e desencadeia as respostas musculares e glandulares integrando o organismo com o ambiente. Ele é formado, basicamente, por células nervosas – os neurônios – que se interconectam de forma específica formando os chamados circuitos neurais.
É através desses circuitos que o organismo é capaz de produzir respostas padronizadas, tais como os reflexos, ou então, produzir comportamentos variáveis e complexos de acordo com a aprendizagem estímulo-resposta através da propriedade denominada plasticidade neuronal.

O neurônio é composto de três partes principais: um corpo celular, os dendritos e um axônio. São justamente os axônios e dendritos os responsáveis pelas ligações de célula a célula na composição dos referidos circuitos neuronais.

Cada neurônio componente dessa rede é uma célula eletricamente excitável que processa e transmite informações ao longo de todo o circuito.
Como os neurônios apresentam dimensões da ordem de milionésimos de milímetro o desafio associado à
Share:

Câncer de pele identificado em peixes


Câncer de pele semelhante ao humano encontrado em peixes selvagens
Talvez esteja na altura de os peixes começarem a usar protetor solar. Um estudo recente descobriu, pela primeira vez, câncer de pele em peixes selvagens, especificamente em várias espécies de trutas e coral, na Grande Barreira de Corais da Austrália. As lesões e manchas parecem ser uma versão escamosa do cancer de pele humano, não estando ainda claro se estes animais são impróprios para consumo.

Os cientistas sabem como provocar câncer de pele em peixes, em laboratório. Criam um “swordtail” e um “platyfish”, ambos animais de estimação comuns, para originar crias que são mais sensíveis à luz ultravioleta.

A causa é genética, “platyfish” possuem um oncogene e um regulador desse gene que o controla, enquanto que os “swordtails” não o possuem. Quando os filhos, por vezes, herdam apenas o oncogene mas não o seu regulador, há um significativo aumento da incidência de vários tipos de câncer.
Share:

Proteínas fluorescentes ajudam diagnósticos


Proteínas fluorescentes permitem conhecer melhor o sistema nervoso e são avanço em pesquisas sobre doenças psiquiátricas

Genes que conferem aos neurônios tons fluorescentes de vermelho, amarelo e ciano foram inseridos em ratos, permitindo uma melhor visualização do que acontece entre os neurônios: quais são seus campos? Como eles se ligam? Essas são algumas das perguntas que Jeffrey Lichtman, Jean Livet e Joshua Sanes querem responder. Ao ativar proteínas fluorescentes nas três cores citadas, os pesquisadores podem criar noventa tonalidades diferentes, número bem superior ao que é possível com a marcação fluorescente atual, criando imagens do
Share:

Pílulas que monitoram você por dentro



Microchips embutidos em drogas poderão em breve contar aos médicos se o paciente está tomando a medicação conforme prescrito. Estes sensores são os primeiros dispositivos ingeríveis aprovados pela Food and Drug Administration EUA (FDA). Para alguns, elas significam o início de uma era na medicina digital.

"Cerca de metade de todas as pessoas não tomam medicamentos como eles deveriam", diz Eric Topol, diretor do Scripps Translational Science Institute em La Jolla, Califórnia. "Esse dispositivo pode ser uma solução para esse problema, de modo que os médicos podem saber quando o paciente toma sua medicação."
Share:

Facebook

Sobre