"Fat worms" e o desenvolvimento de plantas com folhas oleosas.


Resultados publicados na última edição da The Plant Cell, a revista da American Society of Plant Biologists, mostram que um gene de alga envolvida na produção de petróleo pode ser utilizado para projetar uma planta que armazena lipídeos ou óleo vegetal em suas folhas, uma ocorrência incomum para a maioria das plantas.

O professor de bioquímica e biologia molecular da Michigan State University (MSU), Christoph Benning, contou com o apoio do Great Lakes Bioenergy Research Center (GLBRC), que resultou em um significativo passo inicial para a produção de plantas melhores para os biocombustíveis.
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Cientistas alertam para tratamentos experimentais com células-tronco na China


Pesquisadores e médicos, membros do Comitê Consultivo em Terapias Celulares e Medicina Regenerativa, e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (Argentina), advertiu sobre a viagem a China para tratamentos com células-tronco experimentais.

Segundo os especialistas os tratamentos apenas estabelecidos para as doenças que são curadas com o transplante de medula óssea são os únicos que podem ser bem sucedidos. São transplantes de células estaminais a partir de um doador de medula humana óssea e/ou derivados do sangue.
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Tempos difíceis para alguns vírus, resultado da mudança climática.


Vírus como os que causam um resfriado comum, são notoriamente resistentes e adaptáveis, mas terão de enfrentar sérias dificuldades de sobrevivência devido a mudanças bruscas de temperatura, que trará a mudança climática global nos próximos anos, a julgar pelos resultados de novas pesquisas, ao lado de muitas dificuldades para a humanidade são previstos como conseqüências da mudança climática global, os humanos parecem não obter qualquer benefício. 

Nos experimentos realizados por especialistas da Universidade de Yale, em New Haven , Connecticut, e Florida nos EUA, vírus simples foram sujeitos a alterações aleatórias de temperatura num intervalo de 8 graus centígrados. Verificou-se que não foram capazes de se adaptar a esta mudança em seu ambiente.
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Seis plantas brasileiras são armas anticâncer

Espécies comuns de plantas brasileiras podem ser fortes aliadas no tratamento de até dez tipos de câncer.

Foi o que constatou pesquisa realizada pela Universidade de São Paulo (USP). Estes vegetais teriam substâncias capazes de inibir a atividade das células cancerígenas, impedindo sua proliferação.

Encontradas em praticamente todos os ecossistemas do país, as seis plantas analisadas pertencem ao mesmo gênero do sangue-de-adave ou sangue-de-dragão, ervas que levam esse nome por produzirem um látex avermelhado.

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RASGFR-2 o gene do alcoolismo


Um grupo de cientistas da King´s College London´s Institute of Psychiatry descobriu que o gene RASGRF-2 tem um papel crucial no controle de como o álcool estimula o cérebro para a libertação de dopamina, provocando a sensação de prazer e bem-estar. Este gene pode explicar a razão de muitos adolescentes começarem a beber com frequência desde cedo, enquanto outros não.

Inicialmente o estudo foi realizado em ratinhos submetidos à remoção do gene RASGRF-2, para ver como reagiriam.
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Suplementos de Vitamina C ligados a pedras nos rins


Um estudo efetuado pelo Karolinska Institutet mostra que os homens que tomam suplementos de vitamina C regularmente correm um maior risco de desenvolver pedras nos rins. O estudo, no entanto, não observa um aumento no risco de obter pedras nos rins com o consumo de suplementos multivitamínicos, pois contêm concentrações mais baixas de vitamina C.

A pesquisa é baseada nos dados de um estudo populacional de homens na Suécia, em que foram monitorizados durante 11 anos. Um total de 23.355 homens foi identificado como não tendo histórico de pedras nos rins e que nunca tomaram suplementos alimentares ou suplementos de vitamina C.
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Novo vírus fatal de gripe pode ser transmitido por contato humano

A doença é transmitida através do contato com animais, mas, se houver possibilidade de transmissão através do contato humano, o risco para a população é maior, explicaram as autoridades.

No mais recente caso, o terceiro no país, uma pessoa que está internada na UTI de um hospital de Birmingham pode ter contraído a doença de um parente próximo, acreditam os médicos.

Entretanto, o risco para a população britânica continua sendo considerado baixo.
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Cientistas relacionam excesso de açúcar a câncer

Investigadores liderados pelo Dr. Custodia Garcia-Jimenez na Universidade Rey Juan Carlos, em Madrid descobriram um mecanismo-chave que liga a obesidade e diabetes com câncer: níveis elevados de açúcar aumentam a atividade de um gene implicado amplamente na progressão do câncer.

No Laboratório do Dr. Garcia Jimenez foi estudado como as células do intestino respondem aos açúcares e dá sinal ao pâncreas para libertar insulina, o hormônio que controla os níveis fundamentais de açúcar no sangue. Os açúcares no intestino induzem as células a libertarem um hormônio chamado GIP que estimula a secreção de insulina pelo pâncreas.
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Tecnologia do bafômetro poderá ser usada para diagnósticos


O famoso bafômetro, dispositivo portátil que detecta os níveis de álcool no seu sangue através do ar exalado, poderá ser usado para outros fins. 
O uso do aparelho foi uma revolução em diversos países, pela facilidade e confiabilidade dos seus resultados, o que ajudou a punir motoristas infratores e reduzir as mortes no trânsito. Agora, uma versão modificada do aparelho, poderá ser usada para diagnósticos de doenças.

Cientistas da Universidade de Vermont mostraram experimentalmente que uma técnica de análise através da respiração pode diagnosticar com máxima precisão diversas infecções bacterianas, de acordo com um artigo científico publicado no Journal of Breath Research.
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Células resistentes ao HIV podem substituir coquetel


Cientistas da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, conseguiram desenvolver em laboratório, por meio de manipulação genética, células do sistema imunológico resistentes ao HIV. Eles conseguiram chegar a esse resultado após inserir genes que barram a ação do vírus nos linfócitos T, que são as células atacadas pelo HIV.

Segundo esses especialistas, caso a eficácia dessa terapia genética seja confirmada em testes clínicos no futuro, a abordagem pode vir a substituir o coquetel, que combina ao menos três antirretrovirais e hoje é a única opção de tratamento contra a aids. A pesquisa foi publicada nesta semana no periódico Molecular Therapy, do grupo Nature.
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O DNA que fica num beijo



Em genética forense, é necessário isolar e analisar o DNA a partir de vários materiais biológicos, para comparar perfis genéticos a partir de várias amostras a fim de identificar o perfil crucial.


No entanto, a troca de DNA entre duas pessoas pode resumir-se a um natural processo: um simples beijo.

Um estudo realizado na Universidade Comenius de Bratislava, Eslováquia, envolveu 12 casais que concordaram em participar, e que se beijaram aproximadamente por 2 minutos. 

Em seguida, foram recolhidas amostras da saliva das mulheres após 5, 10, 30 e 60 minutos. 
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