Julius Richard Petri: bacteriologista é lembrado em doodle

Julius Richard Petri, bateriologista alemão inventor da Placa de Petri, é lembrado nesta sexta-feira por um doodle do Google, em comemoração ao seu 161º aniversário. O logotipo animado mostra seis placas de Petri, cada uma com uma cultura de bactérias diferente.

Petri inventou a placa de Petri enquanto trabalhava como assistente do médico e bacteriologista alemão Robert Koch em 1877. A placa, um recipiente de vidro ou plástico, é usado para cultivar microorganismos.

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Desvendada a relação entre doença de Chagas e depressão

No Laboratório de Biologia das Interações do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), a equipe liderada pela pesquisadora Joseli Lannes identificou que o patógeno causador da doença de Chagas – o protozoário Trypanosoma cruzi – pode desencadear uma desordem imunológica e neuroquímica associada ao quadro depressivo. “Uma marca inconfundível da depressão é a desistência do paciente – neste caso, do animal. Utilizamos dois grupos de camundongos. Cada grupo foi infectado com cepas tipo 1 e tipo 2 de T. cruzi. Só o primeiro grupo apresentava imobilidade e desistência quando submetido a testes de depressão. Era um sinal preliminar de que a depressão, na doença de Chagas, poderia não ser um processo psicossomático”, assinala Joseli.
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Crack causa 50% mais mortes de neurônios que cocaína, diz pesquisa da USP

Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) mostra que o aquecimento de dois componentes que formam o crack, o éster metilecgonidina (Aeme) e a cocaína, aumenta em 50% a morte de neurônios em usuários, quando comparado ao consumo isolado das duas substâncias. O crack é produzido a partir da mistura da pasta de cocaína, bicarbonato de sódio e água, sendo que o Aeme é um produto da queima, ocorrida quando o usuário fuma a pedra de crack, explica a professora do Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP, Tania Marcourakis, responsável pela pesquisa.

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Doenças mentais e neurológicas atingem cerca de 700 milhões de pessoas, alerta OMS


As doenças mentais e neurológicas atingem aproximadamente 700 milhões de pessoas no mundo, representando um terço do total de casos de doenças não transmissíveis, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Os especialistas advertem que pelo menos um terço dos que sofrem com problemas mentais e neurológicos não tem acompanhamento médico. A revelação está no Plano de Ação para a Saúde Mental 2013-2020.

Ao longo desta semana, especialistas estarão reunidos para discutir o assunto, em Genebra, na Suíça, durante a Assembleia Mundial da Saúde. O  Plano de Ação para a Saúde Mental 2013-2020 mostra que as doenças mentais representam 13% do total de todas as doenças do mundo e são um terço das patologias não transmissíveis.

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Biotecnologia é a área em que o Brasil precisa investir mais recursos em inovação


No mundo atual, em que o conhecimento é o elemento alavancador de riqueza e demanda uma lógica de produção diferente, com foco no capital humano e na inovação, o Brasil necessita, em primeiro lugar, identificar as áreas em que pode ser mais competitivo, e a biotecnologia é a que apresenta maior pitencial inovador´, de acordo com a avaliação de Marcos Cavalcanti, professor de engenharia de produção da Coordenação de Programas de Pós-Graduação de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Cavalcanti destacou a necessidade de o país ter uma estratégia de inovação que contemple esses setores com potencial competitivo. “Hoje, a gente pulveriza os poucos recursos que tem em inovação. E a gente tem uma visão totalmente academicista do processo”, disse. Ele criticou o fato de os critérios para avaliar como será feita a distribuição dos recursos em inovação se basear em artigos acadêmicos. “É o único critério que o governo adota para distribuir o dinheiro, que é um critério totalmente equivocado e está desestimulando a inovação”.
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Novas tecnologias vão revolucionar uso do teste de DNA


Desde meados da década de 1990, quando o jogador de futebol americano O. J. Simpson foi a julgamento pelo assassinato da ex-mulher Nicole Brown e de seu amigo Ronald Goldman, o exame de DNA tem se revelado uma das principais ferramentas da ciência forense para a identificação de suspeitos.

Na época, o tempo entre a coleta da amostra na cena do crime e o término do relatório pelos especialistas não era menor que oito semanas. Hoje, em laboratório, já é possível realizar todo o processo em menos de uma hora. De lá para cá, também se tornou viável a realização do exame com amostras menores de DNA e em pior estado de conservação.

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USP desenvolve vacina por via nasal que dispensa utilização de agulhas


Pesquisa da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP comprovou a viabilidade do uso do polímero de quitosana na produção de vacinas que dispensam agulhas para sua aplicação. O polímero reveste o antígeno da vacina, garantindo sua absorção pelo organismo ao ser aplicada por via nasal. O método foi testado com êxito em camundongos e precisará de novos estudos para ser adotado em seres humanos.

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PCR e sua inovação denominada PCR em tempo real

Kary Mullis foi o pesquisador holandês, ganhador do prêmio Nobel de 1994, que trouxe para o conhecimento do mundo na década de 80 a Reação em Cadeia de Polimerase (PCR, do inglês Polymerase Chain Reaction). Trata-se de uma técnica que inovou o mundo científico, pois além de propiciar o sequenciamento de genomas, a expressão de genes recombinantes, o que desenvolveu bastante o uso da genética molecular, ainda promoveu uma eficiente determinação de testes de paternidade, no auxilio da medicina forense e nos diagnósticos de doenças infecciosas.
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Cientistas chineses criam vírus mutante da gripe aviária


Pesquisadores chineses criaram um vírus que pode infectar mamíferos por meio da tosse e espirros com a hibridação do vírus da gripe aviária H5N1 e do vírus da gripe suína H1N1, que causou a pandemia de 2009.

O trabalho foi publicado na revista Science em 2 de maio, no mesmo dia em que um homem da província de Henan morreu do vírus H7N9 da gripe aviária, supostamente a primeira morte fora do Leste da China e a 27ª entre os mais de 120 casos até o momento.
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Descoberto mecanismo cerebral que provoca envelhecimento em ratos


A atividade no hipotálamo afeta o declínio cognitivo e físico.

Um estudo divulgado nesta quarta-feira na Nature mostra que o hipotálamo, uma região do cérebro, seria responsável por controlar o envelhecimento.

Cientistas já acreditavam que o envelhecimento do corpo era "coordenado" pelo cérebro, mas não tinham provas disso, nem entendiam como o processo funcionava.

A equipe de cientistas da Albert Einstein College of Medicine em Nova York, nos Estados Unidos,  conseguiu acelerar ou retardar o envelhecimento dos ratinhos, ativando ou inibindo no hipotálamo a molécula de sinalização do cérebro NF-kB, que por sua vez afeta os níveis de um hormônio designada GnRH e ligada à produção de neurônios (as células de processamento de dados do cérebro).
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