O DNA de Mona Lisa

Com um espírito de iniciativa que faz lembrar as aventuras de Indiana Jones, cientistas buscam a verdadeira identidade da mulher que terá inspirado o quadro mais famoso do mundo: A Mona Lisa, de Leonardo da Vinci.

Há dois anos atrás foi retirado material genético de ossadas encontradas no convento de Santa Úrsula, em Florença, Itália, que se acredita pertencer a Lisa Gherardini: a mulher que terá sido a modelo que deu origem à referida obra-prima.

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A ritalina e os riscos de um 'genocídio do futuro'

Para uns, ela é uma droga perversa. Para outros, a 'tábua de salvação'. Trata-se da ritalina, o metilfenidato, da família das anfetaminas, prescrita para adultos e crianças portadores de transtorno de deficit de atenção e hiperatividade (TDAH). Teria o objetivo de melhorar a concentração, diminuir o cansaço e acumular mais informação em menos tempo. Esse fármaco desapareceu das prateleiras brasileiras há poucos meses (e já começou a voltar), trazendo instabilidade principalmente aos pais, pela incerteza do consumo pelos filhos.

Ocorre que essa droga pode trazer dependência química, pois tem o mesmo mecanismo de ação da cocaína, sendo classificada pela Drug Enforcement Administration como um narcótico. No caso de consumo pela criança, que tem seu organismo ainda em fase de formação, a ritalina vem sendo indicada de maneira indiscriminada, sem o devido rigor no diagnóstico. Tanto que, no momento, o país se desponta na segunda posição mundial de consumo da droga, figurando apenas atrás dos Estados Unidos.
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"Água em pó" pode tornar secas um problema do passado

A ONU afirma que a maior parte da água usada na Terra vai para a irrigação, e não para o consumo humano. Mas parece que um pesquisador mexicano já tem a solução para fazer a água usada na agricultura render mais.

O engenheiro químico Sérgio Jesus Rico Velasco criou a "Chuva Sólida". O produto é um pó capaz de absorver enormes quantidades de água. Mas o líquido é liberado aos poucos para que as plantas possam sobreviver durante períodos sem chuva.

O material é um tipo de polímero absorvente criado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Nos anos 1970, a substância foi usada na fabricação de uma goma superabsorvente para fraldas. Além de absorver a urina, a criança não se molha nem fica com assaduras.

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Equipamento desenvolvido pela Embrapa poderá testar qualidade de alimentos

A tecnologia de ressonância magnética que permite o diagnóstico de diversos tipos de traumas e doenças também já possibilita identificar a quantidade de açúcar em uma fruta ou se um alimento, como o leite, foi adulterado. A partir da inovação, o consumidor poderá saber se uma fruta está doce ou azeda sem precisar experimentar o produto antes de levar para casa.

O equipamento foi desenvolvido por pesquisadores da Embrapa Instrumentação, em São Carlos, e permite analisar de forma rápida e sem destruir ou estragar os alimentos e até mesmo identificar se sucos de frutas, leite e azeite estão adulterados.

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Nova vacina contra a malária protege humanos em ensaio clínico inicial

Novo tratamento profiláctico foi 100% eficaz quando dado em cinco doses.

A primeira fase de ensaios em seres humanos de uma nova vacina da malária, que utiliza parasitas submetidos a radiação para ficarem enfraquecidos, foi bem sucedida. Seis pessoas receberam centenas de milhares de parasitas adormecidos, em cinco doses diferentes, e depois foram infectadas com o Plasmodium falciparum, mas nenhuma desenvolveu malária. A descoberta publicada hoje na edição impressa da revista Science é mais um passo para o combate desta doença, mas há muitos desafios a serem superados para que, um dia, esta vacina chegue às pessoas que vivem nas regiões endémicas da malária.

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Vacina brasileira contra o HIV começará a ser testada

Uma vacina brasileira contra o vírus HIV começará a ser testada em macacos a partir de setembro. O imunizante, que começou a ser desenvolvido em 2001, conseguiu bons resultados nas avaliações feitas em camundongos. “Nos camundongos nós tivemos uma resposta muito forte, muito intensa, que agora a gente vai desafiar para saber se essa resposta é forte assim nos macacos”, explicou um dos responsáveis pelo projeto, o pesquisador da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), Edecio Cunha Neto.

O estudo está sendo conduzido pelo Instituto de Investigação em Imunologia, vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e apoiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Os trabalhos também são conduzidos pelos pesquisadores da FMUSP Jorge Kalil e Simone Fonseca.
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